Camiseta de Algodão – Seleção comunista brasileira Sócrates 82
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Sobre o produto:
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As camisetas são produzidas em uma cadeia sustentável, com fios de algodão ecológico (baixa quantidade de agrotóxicos no cultivo) e foco no meio ambiente do fio ao produto final. As estampas são feitas em nosso ateliê paulistano, geralmente em silk screen (maior durabilidade do desenho, das cores e do toque) ou, dependendo da arte, em DTF ou DTG.
Modelos e qualidades:
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Algodão 30.1 penteado (básica/baby look): macio, respirável e confortável. Obs.: chumbo e cinza clara podem ter porcentagem de poliéster.
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Oversized (algodão 30.1 penteado): caimento amplo, estilo street e conforto extra. Obs.: chumbo e cinza clara podem ter porcentagem de poliéster.
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Dry Fit (100% poliéster): leve, secagem rápida e melhor controle de suor, ideal para treinos e dias quentes.
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Tem gente que joga bola. E tem gente que joga bola e joga o jogo da história. Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira — o Doutor, formado em medicina antes de virar ídolo — era das duas. Canhota de pensador, calcanhar de poeta e a cabeça mais política que o futebol brasileiro já viu passar pelo meio de campo.
No começo dos anos 1980, com o país ainda sufocado pela ditadura militar, Sócrates capitaneou a Democracia Corinthiana: um time onde, do roupeiro ao craque, todo mundo votava, decidia junto e dividia o poder. Vestiram a camisa com a palavra DEMOCRACIA nas costas e foram a campo pedindo Diretas Já quando pedir voto direto ainda era ato de coragem. O futebol virou tribuna; o vestiário virou assembleia.
Na Copa de 1982, ele liderou aquela seleção — com Zico, Falcão, Éder e Telê no comando — que jogou o futebol mais bonito que esse país já exportou. Perdeu pra Itália num jogo que entrou pra história justamente por ter perdido jogando arte. O Brasil de 82 não levou a taça, mas levou o coração de todo mundo que entende que existe derrota que vale mais que troféu.
No peito, Sócrates de punho cerrado erguido com a amarelinha da Seleção, ao lado da frase que virou testamento político do Doutor: “Ganhar ou perder, mas sempre com democracia”. Nas costas, o nome SÓCRATES e o histórico número 8 em verde — a camisa que comandou o meio-campo do Brasil de 82. Tudo na amarela de gola verde, no capricho da Seleção do Povo.
Vem em algodão macio (fio 30.1), gola e punhos em ribana verde, com estampa nítida e durável. Pra vestir e lembrar que, dentro e fora das quatro linhas, o caminho sempre será pela esquerda.
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